terça-feira, 2 de setembro de 2014

Os clones estão de volta!

Os clones estão de volta
Anúncio da clonagem de um embrião humano reacende uma antiga discussão
NOTÍCIAS - 27-05-2013 


Você provavelmente não era nascido quando os cientistas anunciaram o nascimento do primeiro clone de um mamífero – a ovelha Dolly, em 1996. Desde aquela época, pesquisadores do mundo inteiro tentam clonar também células humanas. Pois bem: finalmente conseguiram!

Agora, vamos com calma – não estamos falando de nenhum bebê. O clone conseguido por cientistas da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon é apenas um embrião em seus estágios iniciais de desenvolvimento. No entanto, o feito pode ter muita utilidade, pois é justamente nesta etapa que os embriões são formados por células-tronco, um tipo especial de célula capaz de se transformar em qualquer outra célula humana.

A retirada do núcleo dos óvulos é o primeiro passo para o processo de clonagem de embriões humanos. A técnica pode abrir novos caminhos para o tratamento de diversas doenças (Foto: OHSU)
A retirada do núcleo dos óvulos é o primeiro passo para o processo de clonagem de embriões humanos. A técnica pode abrir novos caminhos para o tratamento de diversas doenças (Foto: OHSU) 


A técnica utilizada foi bem parecida com a que permitiu a criação da Dolly e outros clones animais. Resumindo bem: pega-se o núcleo de uma célula do indivíduo a ser clonado e, em seguida, insere-se em um óvulo do qual o núcleo tenha sido previamente removido . A nova célula vai se multiplicando em outras células, até que se forme um embrião – que, no caso da Dolly, foi implantado no útero de outra ovelha para se desenvolver.

Diferentemente do que aconteceu com a Dolly, o novo embrião humano não foi implantado no útero de uma mulher. Em laboratório, ele passou apenas pelos estágios iniciais de desenvolvimento. Suas células foram coletadas para criar tecidos especializados, como células nervosas, do fígado e do coração, entre outras.

Os novos tecidos – e, teoricamente, até órgãos inteiros – poderiam ser utilizados, no futuro, para serem transplantados para pessoas doentes. Por exemplo, se o coração de um paciente começasse a apresentar muitos problemas, a clonagem permitiria criar um coração novo, igualzinho ao anterior, para substituí-lo.

Corre-corre científico

Desde que os cientistas conseguiram clonar ovelhas e outros animais, havia uma expectativa para saber se seria possível criar um clone humano. Muitos pesquisadores saíram em busca de um método perfeito para clonar células humanas. Em 2004, um cientista sul-coreano até anunciou que conseguira fazer isso. Mas era mentira! O caso gerou um bafafá tremendo…

Para conseguir clonar células humanas, a equipe trabalhou primeiro com células de embriões de macacos rhesus, clonados com sucesso em 2007 (Foto: Aiwok / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)
Para conseguir clonar células humanas, a equipe trabalhou primeiro com células de embriões de macacos rhesus, clonados com sucesso em 2007 (Foto: Aiwok / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)


Outros grupos de cientistas começaram a pensar em formas alternativas de criar novos tecidos e órgãos humanos, sem utilizar clones. Uma opção, por exemplo, foi trabalhar com células-tronco adultas, e não embrionárias. Essa metodologia, ainda em fase de testes, foi a saída encontrada, por exemplo, no Brasil, onde a clonagem humana é proibida por lei.
Agora, uma questão para refletir. Se, por um lado, o anúncio da clonagem de embriões humanos representa um avanço para a ciência, por outro, traz também algumas dúvidas. Seria possível levar os embriões clonados até a vida adulta? E, mais importante: será que queremos fazer isso?

Fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/os-clones-estao-de-volta/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Os 5 parasitas mais nojentos do mundo

A gente já falou de coisa boa e divertida. Agora é hora de botar coisa desagradável aqui que é para ninguém achar que a vida é só lindeza e gostosura. Desta vez reunimos os 5 parasitas mais nojentos que existem. É claro, essa é uma questão subjetiva – tem gente que curte uma sanguessuga e outros que dirão que deixamos de lado bichos muito mais nojentos. Comente depois para dizer o que achou.


5º Piolho
Existem cerca de 3 mil tipos diferentes desses bichos horrorosos no mundo. Eles se alimentam de sangue, resíduos da epiderme ou secreções sebáceas do hospedeiro. Numa infestação média, há cerca de 50 deles na cabeça da vítima, mas pode haver o dobro disso e a pessoa acaba perdendo tanto sangue que fica anêmica. Os adultos têm 3 pares de pernas e uma garra na ponta de cada uma delas, que permite fixar nos fios de cabelo (eles descem ao couro cabeludo só para se alimentar). Sua vida é curta (cerca de um mês), mas produtiva: a fêmea é capaz de colocar mais de 100 ovos. Imagine ter 100 deles em você. ARGH!


4º Sanguessugas
Elas são hermafroditas, molengas, têm um corpo achatado e ventosas para se fixar aos hospedeiros. Se jogue num laguinho calmo e você correrá o risco de sair com alguns desses bichos presos no corpo e sugando seu sangue. Mas, pelo menos, dor você não iria sentir: a mordida da sanguessuga não dói, porque na mesma hora é secretado um anestésico natural. Além disso, a sua saliva tem uma substância anticoagulante (a hirudina) que impede a cicatrização. O verme pode sugar dez vezes seu peso corporal, aumentando de comprimento para receber todo esse alimento. E uma curiosidade malvada: se você jogar sal em cima, elas regurgitam o sangue que ingeriram.


3ºLarva da mosca-varejeira
Existem vários tipos de mosca varejeira (aquelas grandonas, geralmente de cor verde-azulada metálica, cuja fase larval é parasita), mas esta a que nos referimos é a da espécie Cochliomyia hominivorax. Elas pousam em feridas expostas de homens e outros mamíferos e depositam ali centenas de ovos. Quando nascem as larvas, elas se enterram na carne e começam a se alimentar dos tecidos. A ferida aumenta, começa a exalar um cheiro horrível e, se você olhar, consegue ver os bichos se movimentando lá dentro. Se a pessoa não procurar um médico, pode até morrer.


2º  Solitária
A solitária ou tênia é um parasita intestinal que o homem pode contrair quando ingere carne contaminada mal passada. O verme pode atingir o tamanho de 10 metros (!) no seu intestino delgado (no caso da espécie saginata) e 7 metros, no caso da solium. Sim, você pode viver com um monstro que tem 5 vezes a sua altura dentro do intestino. Esta última possui uma cabeça com 4 ventosas e uma dupla coroa de ganchos, que são usadas para fixação nas paredes do intestino. Os adultos, hermafroditas, produzem dezenas de milhares de ovos e podem viver algumas décadas se não a doença não for tratada. O HORROR, O HORROR.


1º Ancylostoma duodenale e Necator americanus (o verme do amarelão)
Esses parasitas, causadores do “amarelão” (a doença do Jeca Tatu), podem chegar ao seu organismo penetrando pela pele, geralmente do pé, quando você anda pelo solo contaminado. Uma vez dentro do seu corpo, o bicho faz uma bela viagem usando as suas veias como transporte: passa pelo coração, chega aos pulmões, depois sobe (ou é tossido) até à faringe. De lá, é engolido (sim, meu amigo, ENGOLIDO), e vai para o esôfago, de onde finalmente chega ao intestino. Ali, o verme já adulto gruda na parede intestinal e começa a se alimentar do sangue do hospedeiro, podendo causar anemia (que é tão forte que o cara fica amarelo), dor abdominal extrema, diarréia, fadiga e até mesmo fome bizarra de coisas não comestíveis, como a sujeira e lama.


FONTE: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/os-5-parasitas-mais-nojentos-do-mundo/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Plantas carnívoras.


Confira agora um documentário sobre plantas carnívoras.


Vamos Jogar!!!

MAMÍFEROS QUIZ

Clique no link abaixo para acessar o jogo:

Mamíferos Quiz

Plantas carnívoras existem mesmo???


Descubra como são elas e por que não devemos temê-las!


Era um filme chato. Falava de uma planta murcha. O dono já tinha tentado de tudo para animá-la. Um dia, deu umas gotinhas do seu próprio sangue para ela, e a planta gostou. Cresceu à beça, alimentando-se só de sangue. Ficou do tamanho de uma sala. Enorme. E achou sangue pouco: queria comer uma pessoa inteira! “Que filme besta!”, disse, quando saí do cinema. Mas depois, em casa, fiquei pensando, pensando… Lendas, filmes, histórias em quadrinhos, desenhos animados: tantas histórias de plantas que comem gente! Afinal, existem mesmo plantas carnívoras?




Uma joaninha aproxima-se inocentemente da planta. Dá umas rodeadas e pousa. A planta é um tanto peluda, e nos pêlos há gotas que parecem de orvalho, brilhando à luz do sol. As cores são bonitas e a joaninha acha lindos os pêlos. Mas o que a joaninha não sabe é que eles soltam uma substância viscosa na qual ela vai ficar presa. A joaninha pousou numa ’planta carnívora’.
Diferentemente das que aparecem no cinema, as plantas carnívoras de verdade são pequenas e delicadas. Elas têm em média 15 centímetros. As maiores podem chegar a medir dois metros de altura. Só têm capacidade de capturar e digerir animais miúdos, em geral insetos. Por isso, os pesquisadores preferem chamar essas plantas de insetívoras.


As plantas insetívoras também fabricam seu alimento, mas só isso não é suficiente para suprir suas necessidades vitais. Por isso, os insetos que elas capturam são um complemento alimentar. O processo de captura e digestão do animal varia de planta para planta, dependendo da espécie. Alguns processos de captura são bem simples: é o caso da planta chamada drósera , que prendeu a joaninha. Outras espécies apresentam formas especiais para a captura de suas presas. As plantas que se chamam dionéias, por exemplo, têm folhas que se movimentam, fechando-se sobre o inseto, que fica preso lá dentro. Outros grupos, como as nepentes e sarracênias, têm na extremidade da folha uma grande urna que se enche de uma substância líquida. Quando o inseto vai beber esse líquido, fica preso na urna onde é digerido.


A formiga foi capturada por uma dionéia, planta popularmente conhecida como papa-mosca.



Existem no mundo 450 espécies de plantas carnívoras, divididas em seis famílias diferentes. No Brasil, apenas duas dessas famílias são comumente encontradas, em certas regiões. Mas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro existe uma estufa de plantas insetívoras. Lá estão exemplares das seis famílias dessas plantas que, na estufa, são cultivadas em condições especiais para se adaptarem ao clima carioca.
As plantas insetívoras devem ser plantadas numa mistura de pó de xaxim e musgo. A mistura deve estar sempre úmida, para imitar o ambiente natural onde as plantas vivem. Muitas delas florescem normalmente e outras, como as nepentes, raramente entram em floração fora de seus países de origem.



Fonte de pesquisa: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/plantas-carnivoras-existem-mesmo/