sexta-feira, 19 de maio de 2017

A ÁGUA EM SEU CICLO

Vamos aprofundar os estudos do conteúdo do Grupo 5 com o texto abaixo. Boa leitura!


O ciclo da água é o movimento contínuo da água presente nos oceanos, continentes (superfície, solo e rocha) e na atmosfera. Esse movimento é alimentado pela força da gravidade e pela energia do Sol, que provocam a evaporação das águas dos oceanos e dos continentes.

Na atmosfera, formam-se as nuvens que, quando carregadas, provocam precipitações, na forma de chuva, granizo e neve. Do total de água das chuvas, aproximadamente 79% precipitam-se nos oceanos e 21% nos continentes, sendo que uma parte escoa para os oceanos. Portanto, grande parte da água dos oceanos vem das chuvas. Dessa forma, os oceanos participam mais do ciclo da água do que a água no continente.

Nos continentes, a água precipitada pode seguir os diferentes caminhos:

■ Infiltra no solo ou nas rochas, podendo formar aquíferos, voltar à superfície na forma de nascentes, fontes, pântanos, ou alimentar rios e lagos.

■ Escoa sobre a superfície, nos casos em que a precipitação é maior do que a capacidade de absorção do solo.

■ Evapora retornando à atmosfera. Em adição a essa evaporação da água dos solos, rios e lagos, uma parte da água é absorvida pelas plantas. Essas, por sua vez, liberam a água para a atmosfera através da transpiração. A esse conjunto, evaporação mais transpiração, dá-se o nome de evapotranspiração (transpiração + evaporação).

■ Congela formando as camadas de gelo nos altos de montanha e geleiras.
Apesar das denominações água superficial, subterrânea e atmosférica, é importante salientar que, na realidade, a água é uma só e está sempre mudando de condição. A água que precipita na forma de chuva, neve ou granizo, já esteve no subsolo, em icebergs e passou pelos rios e oceanos. A água está sempre em movimento; é graças a isto que ocorrem: a chuva, a neve, os rios, os lagos, os oceanos, as nuvens e as águas subterrâneas. 




quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Sopa de plâncton

Conheça o prato favorito das baleias e entenda sua função no ambiente marinho!


Você fala baleiês? Pergunte a uma baleia e você vai descobrir que elas amam sopa de plâncton. O “arroz com feijão” das baleias, esses animais tão enormes e comilões, são esses organismos muito pequenininhos – pouco maiores que uma cabeça de alfinete –, que flutuam próximo à superfície do mar.

O plâncton é dividido em fitoplâncton (vegetal) e zooplâncton (animal). O primeiro grupo inclui microalgas fundamentais para a existência da vida em qualquer ambiente aquático.

Algumas das diferentes espécies que formam o fitoplâncton, observadas ao microscópio. (fotos: Renata Martins dos Santos / Universidade Federal de São Carlos)

Como outras plantas, elas realizam fotossíntese  e, assim, ajudam a retirar o gás carbônico – conhecido como vilão do aquecimento global – do ar e manter a estabilidade do clima. Também por meio da fotossíntese, o fitoplâncton é responsável pela produção de parte do oxigênio que nós e outros animais respiramos.

Já o zooplâncton marinho é constituído por muitos tipos de organismos, desde pequenos peixes a microcrustáceos como os copépodos – nome curioso que vem do grego e significa “pés com remo”. Cientistas acreditam que existem mais copépodos nos oceanos do que qualquer outra forma de vida na Terra!


Espécies que compõem o zooplâncton. Os organismos são tão pequenos que, para observá-los bem, precisamos da ajuda de uma lupa ou de um microscópio. (fotos: Renata Martins dos Santos / Universidade Federal de São Carlos)


Alguns organismos marinhos passam a vida (ou parte dela) flutuando no plâncton. Um exemplo são as larvas de lagostas, caranguejos e moluscos, que só vão viver no fundo dos oceanos quando adultas.

Além de servir para alimentar baleias, o plâncton também é alimento para larvas de peixes e, assim, garante a abundância e diversidade de espécies desses animais. Quem diria que seres tão pequenos têm uma importância tão grande? Mais uma prova de que tamanho não é documento!

Observação do plâncton

Da próxima vez que for à praia, aproveite para observar o plâncton! Você vai precisar de um lenço de tecido ou um pedaço pequeno de malha. Passe o pano na superfície da água, como se fosse um coador. Depois, despeje o conteúdo em um copo de vidro. Você vai se surpreender ao ver quantos organismos estarão se movimentando em uma quantidade tão pequena de água. O plâncton é mesmo de arregalar os olhos!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

terça-feira, 17 de maio de 2016

O Ciclo da Água


O ciclo da água é o movimento contínuo da água presente nos oceanos, continentes (superfície, solo e rocha) e na atmosfera. Esse movimento é alimentado pela força da gravidade e pela energia do Sol, que provocam a evaporação das águas dos oceanos e dos continentes.
Na atmosfera, forma as nuvens que, quando carregadas, provocam precipitações, na forma de chuva, granizo e neve. Do total de água das chuvas, aproximadamente 79% precipitam-se nos oceanos e 21% nos continentes, sendo que uma parte escoa para os oceanos. Portanto, grande parte da água dos oceanos vem das chuvas.

Nos continentes, a água precipitada pode seguir os diferentes caminhos:
■ Infiltra no solo ou nas rochas, podendo formar aquíferos, voltar à superfície na forma de nascentes, fontes, pântanos, ou alimentar rios e lagos.
■ Escoa sobre a superfície, nos casos em que a precipitação é maior do que a capacidade de absorção do solo.
■ Evapora retornando à atmosfera. Em adição a essa evaporação da água dos solos, rios e lagos, uma parte da água é absorvida pelas plantas. Essas, por sua vez, liberam a água para a atmosfera através da transpiração. A esse conjunto, evaporação mais transpiração, dá-se o nome de evapotranspiração (transpiração + evaporação).
■ Congela formando as camadas de gelo nos altos de montanha e geleiras.

Apesar das denominações água superficial, subterrânea e atmosférica, é importante salientar que, na realidade, a água é uma só e está sempre mudando de condição. A água que precipita na forma de chuva, neve ou granizo, já esteve no subsolo, em icebergs e passou pelos rios e oceanos. A água está sempre em movimento; é graças a isto que ocorrem: a chuva, a neve, os rios, os lagos, os oceanos, as nuvens e as águas subterrâneas.  



segunda-feira, 16 de maio de 2016

A água e seus passeios! (Apresentação do ciclo da água)

Meninos, como vcs sabem, a água pode passar por vários lugares e se mostrar de diferentes formas. Clique no link abaixo e veja a animação sobre o ciclo da água. Aproveite para tirar as dúvidas! Beijos da tia <3

Clique aqui: http://www.atividadeseducativas.com.br/index.php?id=2065




sexta-feira, 13 de maio de 2016

Água nas alturas

Vocês se lembram da experiência que fizemos na sala de aula?
Pois bem... vamos reforçar com esse texto o que aprendemos na prática. Boa leitura!


Como as águas que ficam no subsolo formam rios e cachoeiras em montanhas?

Chuááá! Esse barulho no meio da floresta não deixa dúvidas: tem catarata por perto. Ver aquela água toda caindo é realmente muito bonito, mas como será que ela vai parar lá no alto? Nosso leitor Carlos Alberto, que sabe que a água dos rios surge em depósitos subterrâneos, ficou intrigado com o tema.

Se a água corre em depósitos subterrâneos, como vai parar no alto das montanhas para formar as cachoeiras? (Foto: Flickr / Even Normann / CC BY 2.0)


Fui correndo falar com o geólogo Reginaldo Bertolo, da Universidade de São Paulo, e ele explicou mais sobre os tais depósitos subterrâneos – conhecidos como lençóis freáticos ou aquíferos. Quer conferir?

“A água que aparece nas montanhas vem da chuva”, conta Reginaldo. “Os pingos caem nessas regiões mais altas e vão descendo por entre os grãos do solo até atingir o lençol freático”.

A chuva pode cair em um ponto bem alto da montanha. A água se infiltra no solo até chegar a um lugar onde não pode mais ser absorvida – um maciço rochoso ou um solo impermeável, por exemplo. E assim se formam os lençóis freáticos, que dão origem às nascentes de rios e lagoas (Foto: Flickr / O Fuji / CC BY-NC-SA 2.0)

Cada região tem seu próprio lençol freático, e a altitude entre eles pode variar. Em locais onde chove com frequência, esse reservatório está quase sempre cheio, e a água transborda mais facilmente para a superfície. “As nascentes dos rios surgem especialmente nos vales das montanhas, naqueles locais onde a superfície do lençol freático cruza com a superfície do solo”, conta o cientista.

Veja que conclusão interessante: as cachoeiras enormes que vemos por aí começaram com várias pequenas gotas de chuva, que foram se unindo e andando juntas embaixo da terra até virarem grandes cursos d’água!

Fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/agua-nas-alturas/